Com Amor Eterno eu te amei. Jeremias 31:3

domingo, 19 de dezembro de 2010

Exemplo

     Às vezes fico imaginando o que meus filhos serão quando crescerem (qual a profissão que exercerão, que tipo de pessoa vão se tornar, essas coisas...).Daí eu me lembro que, o que eles serão não será mais importante do que como eles desempenharão o que decidirem ser.
     Durante os 25 anos que convivi com meu sábio pai, observei as atitudes dele. Foi sempre muito bom, muito correto. Nenhuma das atitudes negativas que teve foram capazes de ofuscar a vida brilhante que trilhou. Que homem!
     Seus bons exemplos e conselhos me acompanham, e, sei que grande parte do que sou devo a ele e a minha extremamente gentil, mãe. Ele foi pai e amigo... Saudades! Ela é incrível!!!!
     O que aprendo com isso é que pais servem de exemplo bom ou ruim.
     E o que isso tem a ver?
     Quando penso na espécie de cristãos que estamos sendo, vejo como não temos seguido o MARAVILHOSO exemplo de Jesus Cristo.
     O grande exemplo da OBEDIÊNCIA não tem sido o nosso forte.
     Quantos outros temos ganhado pra Cristo cumprindo o IDE? Nenhum? Um?...
     Uau!
     Deus nos ama, tem graça e misericórdia abundantes, nos protege, quer o melhor pra nós.
     E nós queremos o que para o nosso próximo?
     Daí volto a insistir: somos cristãos (está decidido!) mas, como temos desempenhado o que decidimos ser?
     Cristianismo de boca não interessa, precisamos ser cristãos que andam com Deus, não que ouvem falar dEle.
     Tem uma frase que eu gosto muito: " O que quer que façamos, precisamos agir com excelência." Isto serve exatamente pra nós. Autenticidade é excelência na vida cristã.
     Que Deus nos abençoe.

Gratidão

"A gratidão é a memória do coração".

Obrigada, Senhor!
Tu és Fiel!!!!!!!!
Fidelíssimo.
Te amo... MUITO!!!

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Não é uma mercadoria

"Sede santos, porque eu sou santo" (1 Pedro 1:16).

Não é difícil, em nosso mundo, fazer uma pessoa se interessar pela mensagem do Evangelho. O que é terrivelmente difícil é
fazê-la conservar o interesse. Milhões de pessoas, em nossa cultura, se decidem por Cristo, mas, a taxa de desgaste é enorme . Muitos proclamam que nasceram de novo, mas, as evidências de um discipulado cristão maduro são muito pequenas .

 Em nosso tipo de cultura, qualquer coisa, até notícias sobre Deus, pode ser vendida se tiver sido empacotado recentemente; mas, quando perder a novidade, torna-se um montão de lixo. Existe um grande mercado de experiência religiosa em nosso mundo; mas, existe pouco entusiasmo e paciência para a aquisição de virtudes e pouca inclinação para o aprendizado longo do que gerações antigas de cristãos chamavam "santidade".

O que tem movido os nossos corações a Cristo? A curiosidade? O fato de muitas pessoas estarem tomando o mesmo rumo? As ofertas de prosperidade, lucro fácil, riquezas e notoriedade? O que nos motiva a ir constantemente às reuniões, e passar ali um tempo cantando, orando e ouvindo um sermão?

Jesus orientou seus discípulos para sair e pregar o Evangelho. Disse que aqueles que viessem a crer seriam salvos. O apóstolo Paulo disse que os que crêem e passam a viver uma nova vida em Cristo são completamente transformados. Terá isso acontecido, realmente, conosco? Cremos, verdadeiramente, na Palavra de Deus? E a partir do momento que cremos, fomos transformados? Deixamos o mundo para trás? Somos, sem dúvidas, novas criaturas?

O Senhor Jesus não é uma mercadoria que compramos como os presentes de Natal, que recebemos, usamos e, talvez, logo joguemos fora. Ele é a maior bênção que uma pessoa pode ter. Ele deve ser guardado no coração e vivido, por fé, por toda a nossa existência. Com Jesus no coração, a única coisa que podemos ainda buscar, para uma completa felicidade, é uma vida de virtudes e santidade, de obediência e submissão.

Só assim seremos verdadeiros cristãos, só assim o Natal deixará de ser uma
data comercial, só assim a nossa alegria será perfeita.

COM AMOR, JESUS CRISTO!

Evangelistas de Cristo

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Poderão viver estes ossos?

     2 Que pergunta? Pra Deus tudo é possível!!!!

     Temos visto um amontoado de mortos vivos perambulando pelos templos. Visão aterradora!!!

     Ezequiel teve uma visão assim: Um vale repleto de ossos, sequíssimos. Não tinha sequer um nervo, um resto de carne, um pouco de tecido, nada. E Deus pergunta: Poderão estes ossos voltarem  viver? Tu o sabes, Senhor – disse o homem de Deus.

     A palavra de Deus pra ele é: PROFETIZA!

     Há poder na palavra do profeta porque a palavra é determinada por Deus e não por ele. Ele é o canal que Deus usa.

     Daí em diante temos uma visão extraordinária do poder sobrenatural da Palavra e do Espírito agindo sobre aqueles ossos. Agora já não são ossos secos, são homens, um exército!!!ossos secos

     Temos um Deus que é o DEUS DA ESPERANÇA, o DEUS DO IMPOSSÍVEL, o DEUS QUE VIVIFICA.

     Hoje não vemos a olhos nus os cadáveres mas, sentimos a frieza, o desânimo, a falta de amor, a distância, a desunião. Isto é característica de vale.

     Se deixarmos o Espírito de Deus soprar VIDA sobre a igreja, passaremos a praticar o maior dos mandamentos: Amar  a Deus sobre todas as coisas e ao próximo. Se amarmos verdadeiramente a Deus faremos TUDO por ele. Quando amamos alguém, queremos fazer tudo por essa pessoa, e, porque dizemos que amamos a Deus e não fazemos nada por Ele?

    espirito-santo2 Estamos vivendo dias em que precisamos repensar nossa fé e colocá-la em ação.

     Com certeza poderão viver estes ossos porque Deus tem poder pra isso e, ainda existem homens e mulheres de Deus sobre a terra prontos pra profetizar.

     ALELUIA!!!!!

sábado, 11 de dezembro de 2010

Quando leio o teu livro...


Quando eu leio, Senhor, o teu Livro Sagrado
Na inspiração de Jó, Isaías, Amós,
Sinto que vivo estás no texto consultado
E escuto a tua voz!...

Quando perlustro ansioso o Novo Testamento
E leio as preleções sublimes de Jesus,
Eu noto que se aclara o meu entendimento
Por tua excelsa luz...

E essa voz sempre amiga e terna me convence
Das faltas, da justiça e do juízo final,
Fazendo-me saber que só a Ti pertence
A vida universal.

Quando eu leio, Senhor, teu código divino,
Que exalta a fé e o amor de Paulo ou de Davi,
Eu sigo sem parar meu plácido destino,
Com o pensamento em Ti!...

E peço humildemente o teu auxílio forte
Para vencer o mal, para fazer o bem,
Levando a quem soluça entre as sombras da morte
A esperança do Além!...

Pois revelaste ao mundo a tua Maravilha
Através de lições desse livro sem par,
Em que a Ciência, as Leis, as Artes, tudo brilha,
Para Te consagrar...

Quando eu leio, Senhor, teus santos estatutos,
Desde a primeira frase à última oração,
Sinto que estás em mim, em todos os minutos
De minha adoração!...

Ensina-me, portanto, a dizer a verdade
Que canta no teu Livro a aleluia do Amor,
Para que o mundo veja a tua santidade
- Tua glória, Senhor!

No livro O Louvor dos Humildes (1953)

Mário Barreto França

Descanse...

Portanto, resta ainda um repouso para o povo de Deus. Porque aquele que entrou no seu repouso, ele próprio repousou de suas obras, como Deus das suas. Hebreus 4:9-10.

Todos nós temos dons e talentos que estão além do que utilizamos, mas muitas pessoas estão tão esgotadas que nem têm vontade de realizar algo. Mesmo Deus descansou de todo o seu trabalho, mas não porque estava cansado, e sim para desfrutar sua criação (veja Gênesis 2.1-3).

Pare de trabalhar o tempo inteiro e desfrute a si mesmo. Mesmo a terra precisa de descanso por vários anos para produzir boas safras. Se você não descansa, não diminuirá sua produção e extinguirá sua criatividade.

Você não tem de “fazer” o plano de Deus “funcionar” em sua vida; Ele próprio o fará (veja Filipenses 1.6). Descanse nEle.

COM AMOR, JESUS CRISTO!

Evangelistas de Cristo

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

O que Deus diz sobre o divórcio?

O pensamento correto sobre a natureza do casamento dá o alicerce para sabermos o que Deus pensa do divórcio. Se o nosso Deus é um Deus de aliança, e Ele não quebra nem permite quebra de aliança, também não permite que o casamento seja quebrado. Como Deus não se divorcia do seu povo, assim ele não permite que marido e mulher se divorciem. Divorciar-se é quebrar o matrimônio da Aliança - Lemos em Ml 2:16 "Porque o Senhor Deus de Israel diz que odeia o divórcio ..."

Precisamos compreender o texto de Mt. 19:1-7 em que Jesus diz que o divórcio é proibido mas que foi permitido por causa da dureza do coração. Deus nunca intencionou o divórcio, pois este contraria a essência do casamento como uma aliança que nunca deverá ser quebrada, anulada. Você então pergunta: Por que foi dada a permissão para o divórcio conforme Mt. 19:7?

Jesus responde em 19:9 - "Quem repudiar sua mulher, não sendo por causa de relações sexuais ilícitas, e casar com outra comete adultério ...". Note bem que a única razão para o divórcio conforme Jesus é o adultério, e isto para proteger a parte inocente, e não para dar às pessoas uma maneira fácil de cair fora de um relacionamento desagradável. Fora do adultério, o casamento só pode ser dissolvido em honra, somente pela morte. Divórcio é o atestado do pecado humano.

O casamento é para todo o sempre - Em Mt 19:6 Jesus afirma que "...aquilo que Deus ajuntou não separe o homem".

Ele permitiu mas não deu a Sua bênção. Mesmo no caso de adultério, devemos perceber que o caminho de Deus não é o divórcio mas o perdão. Embora permitido, não é Seu desejo.


As causas do divórcio:

Se divórcio é o atestado do pecado humano, precisamos agora colocar algumas das mais freqüentes razões humanas para a separação. Quais são as razões ou causas da separação entre os casais? Gostaria de mencionar pelo menos quatro causas:

Descuido da vida cristã dos cônjuges
Ausência do perdão
Indisposição à mudanças necessárias
Ausência do amor
1 - Descuido da vida espiritual dos cônjuges:

Um escritor do século passado, certa ocasião disse à sua esposa: "Minha querida, quando amo mais a Deus, amo você da maneira como deve ser amada". Quanto há de verdade nesta afirmação! Quanto mais nos aproximamos de Deus, mais nos aproximamos do nosso cônjuge.

A crise em um casamento já é sintoma de que há uma crise espiritual. Lemos nas Escrituras que "se o Senhor não edificar o lar em vão trabalham os que o edificam" Sl 127:1. Nosso casamento precisa ser regado à oração e leitura da Palavra. Qual foi a última vez que você orou com seu cônjuge? Quando foi que vocês sentaram juntos para estudar a Palavra de Deus?

Se não damos lugar a Deus no relacionamento marido-mulher, não há muito o que fazer para resistir à crescente degradação e enfraquecimento da relação a dois.


2 - Ausência de perdão:

Sem a disposição para o perdão, nenhum casamento consegue sobreviver por muito tempo. Quantos comentários negativos que aparentemente são inofensivos, mas vão penetrando sorrateiramente no relacionamento infligindo mágoa e ressentimento e destruindo os sentimentos mais ardorosos. Quantos problemas antigos e mal resolvidos sempre voltam às discussões atuais. Quando o cônjuge permite que os fantasmas do passado continuem assombrando o presente, reavivando antigas amarguras, eles fazem com que as cicatrizes e feridas passadas não se fechem e se curem.

Quem não perdoa está matando aos poucos o sonho do casamento. (Cl. 3:13)



3 - Indisposição à mudanças necessárias:

Se formos bem honestos, teremos que admitir que nem tudo em nosso cônjuge nos agrada. Há hábitos, manias, comportamentos que nos irritam e nos tiram do sério. Porém isto é normal em qualquer casamento. Precisamos aceitar o fato de que somos diferentes do nosso cônjuge em muitas coisas, afinal viemos de famílias diferentes,de costumes e valores que nem sempre são os mesmos. Não obstante termos diferenças que são de nos mesmos, há muitas coisas em que precisamos ser mudados, e o que causa tensão no casamento é que os cônjuges não querem mudar, não se dispõem a mudanças necessárias para o bom convívio entre marido e mulher; pelo contrário, concentram grande esforço em tentar mudar o outro. Tal atitude cria fortes resistências, o cônjuge não muda e começa a cobrar mudanças no outro, acentua os defeitos e minimiza as qualidades.



4 - Ausência de amor:

“Eu não o amo mais”. Esta é uma frase comumente usada pelos cônjuges em crise para dar plausibilidade e legitimidade ao divórcio. Mas como tudo o que é dito nas Escrituras, o amor também sofre de má compreensão. O amor não é um sentimento para ser vivido apenas em bons momentos a dois, ou só na lua-de-mel. Conforme Cristo disse, o marido tem que amar a esposa como Cristo amou a Sua Igreja - dando sua vida por ela. Amor é a decisão de agir em favor do outro. Temos que abandonar aquele tipo de amor-fantasia, amor de novela, amor emocional. Amar é desempenhar atos de amor. Amar é ser gentil com o cônjuge, é procurar atender às necessidades do outro, é saber ouvir, é ser paciente, é não procurar seus próprios interesses, é não ser egoísta, é não mentir ao outro, é ter palavras de elogio e não de crítica, etc. ... A ausência destas atitudes sufoca e estrangula o casamento.

O divórcio não oferece uma oportunidade fácil de começar uma vida nova. Lembre-se que sempre que desobedecemos a Deus sofremos conseqüências. Você leva cicatrizes do divórcio consigo para sempre.

Note as palavras de um irmão após alguns anos de seu divórcio:

“Acho que a morte é mais fácil de suportar do que um divórcio, porque nela existe um fim. O divórcio simplesmente não acaba”.

A Bíblia afirma inegociavelmente: “aquilo que Deus ajuntou não separe o homem”. Ferir este princípio é atrair desastrosas consequências.

Alguma coisa a mais ainda poderia ser dito aqui sobre este assunto; talvez algumas medidas de prevenção. Contudo, entendo que a melhor maneira para se prevenir ao divórcio é começar combatendo as suas causas: Monitore sua vida espiritual e comece a levar Jesus para dentro de seu casamento, aprenda a perdoar ao invés de guardar ressentimentos, esteja disposto a promover mudanças significativas em seu relacionamento, ao invés de cobrar mudanças, e tome a decisão de amar seu cônjuge.

Que o Deus da aliança abençoe seu casamento ! E lembre-se: Ele odeia o divórcio.

Quem realmente sofre são os filhos...




Rev. Gildásio Reis, Pastor da Igreja Presbiteriana de Osasco, Psicanalista Clínico, Mestre em Teologia pelo centro Presbiteriano de Pós-Graduação Andrew Jumper (Educação Cristã) e Professor de Teologia Pastoral no Seminário Presbiteriano “Rev. José Manoel da Conceição”.